A Santa Casa de Misericórdia de Valença, no baixo sul da Bahia, enfrenta questionamentos sobre a gestão e as condições de atendimento à população. Informações divulgadas apontam que médicos estariam há seis meses sem receber salários e que a instituição estaria sem médico obstetra para assegurar assistência 24 horas.
As denúncias direcionam cobranças ao administrador Marcos Antônio e ao provedor, Dr. Marcelo Cabral, que são chamados a prestar esclarecimentos sobre a situação financeira e a organização dos serviços da unidade.
Outro ponto que tem gerado questionamentos é a informação de que o administrador utiliza reconhecimento facial para acessar a própria sala. O assunto ganhou espaço nas críticas à gestão, diante dos problemas relatados na assistência à saúde.
A Santa Casa possui papel histórico no atendimento à população de Valença e de municípios da região. Diante das denúncias, a situação exige esclarecimentos da administração, especialmente sobre os pagamentos aos profissionais e a disponibilidade de atendimento obstétrico durante as 24 horas.
Até o momento, as informações apresentadas não incluem um posicionamento oficial da direção da instituição. A administração poderá esclarecer as denúncias e informar quais providências estão sendo adotadas para regularizar os pagamentos e garantir a assistência à população.
O GNBahia acompanha o caso.