5 de março de 2026 19:37

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Fraude eleitoral, ameaças e perseguição abalam Associação 3 de Julho

Ado Henrique, membro da Associação a mais de 11 anos, Pollyanderson e diversos membros entraram em contato com a redação do GNBahia e relataram todas as informações na matéria a seguir:

FRAUDE, COAÇÃO E UM PROCESSO ELEITORAL ESCANDALOSO NA ASSOCIAÇÃO 3 DE JULHO

Em um episódio que tem causado indignação e medo entre os membros da Associação 3 de Julho, denúncias graves apontam que o processo eleitoral da entidade foi completamente corrompido por um grupo liderado por Jota Batista, Marcelo Moreira e Raimundo. O que deveria ser uma eleição democrática e participativa se transformou em um verdadeiro escândalo, com exclusão ilegal de associados, ameaças de morte e até incêndios criminosos.

A chapa “Restaurando a Paz”, formada por associados que atendiam a todos os critérios estatutários e legais, foi impedida de participar de forma autoritária e injustificada. Mesmo com decisão judicial favorável, que reconhecia o pagamento das mensalidades por meio de ação de consignação, mais de 100 associados foram impedidos de votar, muitos com longa trajetória e participação ativa na associação.

DENÚNCIA POLICIAL ESCANCARA TERROR E ABUSOS

Diversos boletins de ocorrência registrados na Polícia Civil revelam um ambiente de intimidação e violência. As acusações incluem:


• Ameaças de morte feitas por integrantes da segurança privada ligada ao grupo dominante;
• Agressões físicas e coação contra associados opositores;
• Monitoramento ilegal com drones, além de relatos de arrombamentos e invasões de domicílio;
• Incêndios criminosos que destruíram cinco casas e um depósito;
• Falsificação de documentos, incluindo uma ata forjada de assembleia inexistente, usada para tentar recompor uma diretoria já destituída;
• Perseguição judicial, com processos infundados e denúncias caluniosas contra adversários;
• Extorsão e cobranças indevidas, gerando prejuízos ao patrimônio coletivo da associação.

A tentativa de legitimar essa estrutura autoritária incluiu o registro cartorial de uma ata datada de 6 de outubro de 2024, dia das eleições municipais, relativa a uma assembleia que jamais aconteceu. O documento foi utilizado para justificar, de forma fraudulenta, a troca da diretoria, sem a anuência dos associados.

AS PESSOAS FORAM CALADAS, A DEMOCRACIA FOI IGNORADA

A tentativa de restauração da ordem interna por meio de uma Assembleia Extraordinária convocada legalmente no dia 1º de maio de 2025, com apoio de mais de dois quintos dos associados, foi solenemente ignorada. A nova comissão eleitoral formada de forma democrática foi substituída por um grupo paralelo, sem legitimidade nem respaldo estatutário.

A exclusão da chapa concorrente, a imposição de regras arbitrárias, a perseguição violenta aos opositores e o uso de aparato de segurança privada para intimidar moradores e associados revelam um cenário alarmante: não houve uma eleição legítima, mas sim um verdadeiro golpe contra a democracia.

O caso segue em apuração pelas autoridades competentes e levanta sérias questões sobre o futuro da Associação 3 de Julho, e sobre a segurança dos que ousam defender a verdade, a legalidade e a participação democrática.

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