Aliados do ex-ministro do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, descartaram a possibilidade de ele ocupar a suplência na eventual candidatura de João Roma ao Senado. Nos bastidores, a avaliação é de que o nome não ganhou força dentro do grupo político.
Segundo interlocutores, apesar de ter sido cogitado anteriormente para a composição da chapa, Cedraz não deve disputar as eleições de 2026. A tendência, de acordo com aliados, é que outros nomes sejam escolhidos para a vaga, priorizando articulação interna e alinhamento partidário.
A definição da suplência ainda depende de negociações dentro do Partido Liberal (PL) e do aval da direção nacional, em meio às articulações para montagem da chapa na Bahia.