5 de março de 2026 19:57

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ACM Neto lidera corrida ao governo da Bahia em 2026, aponta pesquisa citada pela CNN

Segundo reportagem publicada pela CNN Brasil, um levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado entre os dias 25 e 29 de julho, revela que o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) lidera com folga a disputa para o governo da Bahia em 2026

Com base em entrevistas realizadas com 1.620 eleitores em 66 municípios baianos, o cenário estimulado apresenta ACM Neto com 53,5% das intenções de voto. Em seguida aparece o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), com cerca de 28,1%, enquanto o ex-ministro João Roma (PL) obtém 6,1% e o ativista Kléber Rosa (PSOL), apenas 1,3%

Outro cenário com Rui Costa (PT) como nome governista confirma ACM Neto na liderança, com 53,3%, ante 28,0% de Rui Costa, 6,2% de Roma e 1,4% de Kléber Rosa

Em simulação de segundo turno, ACM Neto também amplia sua vantagem: 59,4% dos votos válidos, contra 30,8% de Jerônimo Rodrigues

A reportagem destaca ainda o histórico eleitoral de ACM Neto: neto de Antônio Carlos Magalhães, ele foi prefeito de Salvador em 2012 e 2016 e se tornou uma das principais lideranças do car­lismo moderno. Mesmo após perder o segundo turno para Jerônimo em 2022, quando obteve 47,2% dos votos, Neto mantém forte popularidade na Bahia

Análise

Os dados indicam que o cenário partidário e eleitoral na Bahia ainda favorece uma candidatura construída sobre a imagem de oposição e liderança histórica como a de ACM Neto. A vantagem confortável em relação aos adversários petistas sugere que, no momento, sua candidatura goza de maior mobilidade política e capilaridade estadual.

Ainda assim, o segundo turno ampliado revela uma Bahia bastante polarizada entre PT e União Brasil, com o governo Jerônimo enfrentando desgaste, sua desaprovação já ultrapassa os 50% segundo outras pesquisas recentes

A contundente liderança de Neto reforça a importância de sua articulação nos próximos meses. Para o PT, manter o controle estadual dependerá de intensificar sua mobilização regional e apresentar um nome competitivo capaz de reduzir a vantagem do União Brasil.

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