5 de março de 2026 20:33

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Em Ituberá, o que se comenta é que a fonte de Reges e Orley está secando

Em Ituberá, a “fonte secando” já não é apenas uma metáfora ambiental. Para muitos moradores, ela representa algo maior: o esgotamento político do grupo que hoje comanda a cidade. A percepção nas ruas é clara, o poder de Reges Aragão e de Orley também começa a dar sinais de que está no fim.

O clima de fim de ano sem Natal, sem Réveillon e sem qualquer programação pública reforçou esse sentimento. A ausência total de eventos, somada ao comércio prejudicado e às praças vazias, virou símbolo de uma gestão desconectada da realidade popular. Enquanto isso, moradores fazem as malas e deixam a cidade para buscar, em outros municípios, o que Ituberá não ofereceu: festa, acolhimento e movimento econômico.

A analogia é inevitável. Assim como a fonte que seca, o capital político também se esvai quando falta diálogo, planejamento e sensibilidade. Comerciantes reclamam de prejuízos, trabalhadores veem oportunidades escaparem e a população sente que a cidade perdeu protagonismo no Baixo Sul.

Esse desgaste tende a ficar ainda mais evidente no próximo ano, quando a campanha para governador e deputados ganhar as ruas. A expectativa é que a votação em Ituberá e na região funcione como um termômetro da insatisfação popular com os atuais comandantes locais. Para muitos, o recado será dado nas urnas, de forma direta e sem rodeios.

Nos bastidores, cresce a avaliação de que Reges e Orley já não têm a mesma força de antes. O silêncio das praças no fim de ano, a economia local enfraquecida e o desânimo da população são sinais de que algo mudou — e não a favor de quem governa.

Em Ituberá, o que antes era fonte de poder e influência agora dá sinais de esgotamento. E, se depender do sentimento popular, as próximas eleições podem confirmar aquilo que muita gente já comenta: quando a fonte seca, o ciclo chega ao fim.

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