5 de março de 2026 15:33

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Polícia Civil da Bahia deflagra nova fase da Operação Cegonha em Porto Seguro

Na manhã do dia 24 de fevereiro de 2026, a Polícia Civil da Bahia, por meio da 3ª Delegacia Territorial de Porto Seguro – Trancoso, deflagrou a Fase Operacional 1 da Operação Cegonha. A ação contou com o apoio da 2ª Delegacia Territorial de Arraial d’Ajuda.

Foram cumpridos mandados de prisão temporária contra três investigados, identificados pelas iniciais E. D. O. J., 31 anos; Í. D. S., 28; e V. M. S., 41. Segundo a polícia, eles são apontados como integrantes de uma associação criminosa especializada na adulteração de sinais identificadores de veículos e na prática de receptação qualificada.

Esquema complexo e atuação interestadual

De acordo com as investigações, o grupo teria atuação em diversos municípios da Bahia e também de forma interestadual. A organização criminosa estaria envolvida na subtração, adulteração e comercialização de veículos, além de manter ligação com o tráfico de drogas.

Durante o avanço das apurações, também surgiram evidências relacionadas a outros crimes graves, incluindo indícios de homicídio, o que ampliou o escopo das investigações.

Mandados, apreensões e bloqueio de bens

Além das prisões, foram cumpridos diversos mandados de busca e apreensão domiciliar nos bairros Centro, Maria Viúva e Coqueiro Alto. Dois veículos foram apreendidos: um por suspeita de adulteração dos sinais identificadores e outro em cumprimento a decisão judicial que determinou o sequestro do bem.

Nesta fase da Operação Cegonha, a autoridade policial representou por diversas medidas cautelares, todas deferidas integralmente pela Justiça. A decisão judicial reconheceu a existência de um esquema estruturado e organizado, com forte impacto financeiro.

Veículos recuperados e prejuízo ao crime organizado

Ainda na mesma manhã, a polícia realizou a restituição de mais um veículo ao legítimo proprietário, um Renault Sandero.

Até o momento, a Operação Cegonha já recuperou 26 veículos, elevando o prejuízo estimado imposto ao crime organizado para cerca de R$ 3 milhões.

As investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar outros envolvidos e recuperar novos veículos possivelmente vinculados ao esquema criminoso.

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