Por Redação – GNBahia
Portugal é novamente campeão da Liga das Nações! Em uma final eletrizante contra a Espanha, disputada neste domingo, a seleção portuguesa empatou por 2 a 2 no tempo normal e venceu por 5 a 3 nos pênaltis, garantindo o bicampeonato da competição europeia — seis anos após levantar o troféu inaugural, em 2019.
A partida teve todos os ingredientes de uma decisão histórica. Com destaque para o lateral Nuno Mendes, que foi decisivo tanto na defesa quanto no ataque, e para Cristiano Ronaldo, autor do gol de empate no segundo tempo, Portugal precisou superar um primeiro tempo complicado para buscar a igualdade e levar a decisão aos pênaltis.
Primeiro tempo movimentado
O jogo começou em ritmo acelerado, com a Espanha abrindo o placar aos 20 minutos com Zubimendi, aproveitando falha da defesa portuguesa. A resposta veio cinco minutos depois: Nuno Mendes acertou um belo chute cruzado para empatar. Aos 44, Pedri encontrou Oyarzabal livre, e o camisa 21 espanhol tocou na saída de Diogo Costa para recolocar a Espanha na frente.
Cristiano empata, Diogo Costa brilha
No segundo tempo, Portugal cresceu. Aos 15 minutos, Nuno Mendes cruzou, a bola desviou na zaga e sobrou para Cristiano Ronaldo, que completou na pequena área: 2 a 2. Foi o 938º gol da carreira do craque, que aos 40 anos segue perseguindo a marca dos mil gols.
Pouco antes do fim do tempo regulamentar, CR7 foi substituído por Gonçalo Ramos e acompanhou a prorrogação do banco. A decisão foi para os pênaltis.
Heróis nos pênaltis
Nas cobranças, Portugal foi perfeito. Rubén Neves converteu a última penalidade, após Diogo Costa defender a cobrança de Morata, e selou a vitória por 5 a 3. O goleiro português, novamente decisivo, foi fundamental para o título.
Cristiano Ronaldo, que viveu a final do banco a partir da prorrogação, não escondeu a emoção: chorou no gramado e celebrou mais uma conquista histórica. Com isso, ele se torna peça central nos três maiores títulos da seleção portuguesa: a Euro de 2016, a Liga das Nações de 2019 e, agora, o bicampeonato da Nations League.
Portugal fecha mais um ciclo com glória e reforça o peso de sua geração vencedora, eternizada pelos pés — e lágrimas — de seu camisa 7.