Um feirante, com cerca de 20 anos, em Teixeira de Freitas questiona a forma como vem sendo tratado durante ações de fiscalização no município.
Para quem vive do próprio trabalho, a fiscalização deveria significar organização e respeito às regras, e não uma ameaça à sobrevivência de quem acorda cedo para colocar comida na mesa.
O trabalhador questiona se o poder público está realmente buscando organizar a atividade ou simplesmente dificultando a vida de quem depende dela para sobreviver.
A pergunta é direta: por que não fiscalizar, organizar e oferecer alternativas antes de simplesmente pressionar quem trabalha?
Teixeira de Freitas precisa de ordem, mas também precisa de bom senso, diálogo e respeito ao trabalhador.
Fiscalizar é necessário. Perseguir quem trabalha, não.
Até quando o trabalhador vai pagar a conta da falta de planejamento?

